Em 2026, o seguro auto no Brasil costuma ficar em média entre 3% e 8% do valor do veículo na Tabela FIPE, dependendo do modelo do carro, da idade do motorista, da cidade onde circula e do tipo de cobertura escolhida.
Na prática, isso significa que um carro avaliado em 80 mil reais pode ter seguro variando aproximadamente de 2.400 a 6.400 reais por ano, conforme o perfil.
Neste guia, você vai entender:
- Quanto, em média, se paga de seguro auto em 2026
- O que realmente encarece ou barateia o valor
- Exemplos práticos por tipo de carro e perfil
- Dicas para pagar menos sem perder proteção
- Como cotar o valor exato do seu seguro auto hoje
1. Qual é o valor médio do seguro auto em 2026
Não existe uma tabela única e fixa de seguro auto para todo mundo, mas os estudos de mercado apontam algumas faixas de referência:
- Em 2026, o seguro auto costuma representar entre 3% e 8% do valor do veículo na FIPE, dependendo do perfil e da região.
- Levantamentos com os carros mais vendidos do Brasil mostram seguros completos (cobertura compreensiva) girando, em muitos casos, entre 1.600 e 3.000 reais por ano para perfis de menor risco, em modelos populares.
- Para veículos mais caros, SUVs e carros de luxo, é comum o seguro passar fácil de 5.000, 8.000 ou até mais de 10.000 reais por ano, justamente porque o custo de reposição e de peças é maior.
Esses números são médias de mercado. O valor exato para você só aparece quando a seguradora analisa o seu perfil completo (carro + motorista + uso + região).
2. O que mais influencia o preço do seguro de carro?
O valor do seguro é calculado com base em análise de risco. Alguns fatores pesam muito mais do que outros:
2.1. Modelo e valor do veículo
- Carros mais caros, com peças importadas e muita tecnologia, tendem a ter seguro mais alto, porque o custo de indenização e reparo é maior.
- Modelos com alto índice de roubo/furto também puxam o valor para cima.
- Carros populares e compactos costumam ter valores médios de seguro menores, na faixa de 1.800 a 3.500 reais por ano em muitos casos.
2.2. Idade e perfil do motorista
- Motoristas jovens (18 a 25 anos) pagam mais porque as estatísticas mostram maior envolvimento em acidentes.
- Condutores com histórico de sinistros, multas ou muitos pontos na CNH também tendem a ter prêmio mais alto.
- Motoristas com mais de 30 anos, sem histórico de acidentes, costumam conseguir seguros mais baratos.
2.3. Cidade e região onde o carro circula
- Grandes capitais e regiões com maior índice de roubo ou trânsito intenso geralmente têm seguros mais caros.
- Cidades do interior, com menos sinistros, costumam gerar prêmios menores, mesmo para o mesmo modelo de carro.
2.4. Uso do veículo
- Carro usado só para lazer e pequenas distâncias tende a ter prêmio menor.
- Veículos usados diariamente para trabalho, deslocamentos longos ou motoristas de app (Uber, 99) têm risco maior e, consequentemente, um valor de seguro mais alto.
2.5. Coberturas e franquia escolhidas
- Quanto mais coberturas (vidros, carro reserva, acessórios, guincho ampliado), maior o custo.
- Franquia reduzida deixa o seguro mais caro; franquia majorada pode baratear o prêmio anual, mas aumenta o valor que você paga do próprio bolso em caso de batida.
3. Exemplos práticos: quanto posso esperar pagar?
Os valores abaixo são faixas aproximadas de mercado, baseadas em estudos recentes sobre seguro auto em 2024–2026, apenas para você ter uma referência realista.
O seu preço final pode ficar um pouco abaixo ou acima destes números, dependendo do seu perfil.
3.1. Carros populares e compactos (Kwid, Mobi, Onix, HB20, Argo)
- Faixa comum de seguro completo:
cerca de 1.800 a 3.000 reais por ano, para motoristas acima de 30 anos, sem sinistro e em regiões de risco médio. - Em cidades de maior risco ou para condutores muito jovens, pode subir além disso.
3.2. SUVs compactos (Creta, Tracker, T‑Cross, HR‑V, Kicks)
- Seguros geralmente mais altos do que hatches populares, devido ao maior valor de mercado e custo de peças.
- Faixa comum: 2.500 a 4.500 reais por ano, dependendo da versão e do perfil do motorista.
3.3. Picapes leves (Strada, Saveiro, Toro)
- Muito usadas para trabalho, em áreas rurais e urbanas, o que aumenta a exposição a risco.
- Estudos recentes mostram seguros que podem ir de 3.200 a 5.500 reais por ano, variando conforme versão e uso.
3.4. Carros de luxo e premium (BMW, Audi, SUVs médios, híbridos)
- Carros com alto valor de mercado, peças importadas e manutenção cara geram seguros bem mais altos.
- Não é incomum ver seguros na faixa de 9.000 a 20.000 reais por ano ou mais, dependendo do modelo e do perfil do condutor.
Importante: esses valores são exemplos de mercado, não uma tabela oficial. A única forma de saber quanto custa o seu seguro é fazendo uma cotação personalizada com seus dados completos.
4. Seguro auto em porcentagem: quanto do valor do carro vai para o seguro?
Uma forma simples de entender se o valor do seu seguro está “dentro da realidade” é olhar quanto ele representa em porcentagem do valor do veículo.
Estudos recentes mostram que:
- O seguro auto no Brasil costuma ficar entre 3% e 10% do valor do carro, dependendo do perfil e da seguradora.
- Dados do IPSA, índice de preços do seguro de automóvel, apontam média nacional em torno de 5% do valor do veículo em 2025, variando conforme o tipo de carro e o uso.
Exemplo didático (apenas ilustrativo):
- Carro avaliado em 70.000 reais
- Seguro anual em 4.200 reais
- 4.200 ÷ 70.000 × 100 = 6% do valor do carro.
Se o seu seguro está muito acima dessa faixa em porcentagem, pode ser sinal de:
- Perfil de alto risco (idade, região, uso intenso);
- Coberturas em excesso para sua realidade;
- Falta de comparação entre seguradoras e corretoras.
5. Por que o seguro do meu vizinho é mais barato que o meu?
Essa é uma das dúvidas mais comuns no atendimento.
Mesmo que vocês morem na mesma rua e tenham carros parecidos, alguns detalhes fazem toda a diferença:
- Idade e tempo de CNH: condutores mais experientes e sem histórico de acidentes tendem a pagar menos.
- Uso do veículo: quem usa o carro todo dia em trânsito pesado ou para trabalho costuma pagar mais do que quem usa só aos fins de semana.
- Histórico de sinistros: quem já acionou seguro por batida, roubo ou perda total em anos anteriores pode ter prêmio maior.
- Perfil de garagem: carro dormindo na rua ou em vaga descoberta aumenta o risco aos olhos da seguradora.
Ou seja: o seguro é 100% personalizado. Por isso, é normal que duas pessoas paguem valores bem diferentes, mesmo com carros parecidos.
6. Como pagar menos no seguro auto em 2026 sem perder proteção
Aqui vão estratégias práticas que realmente ajudam a reduzir o valor do seguro sem ficar desprotegido:
6.1. Ajustar coberturas ao seu uso real
- Evite contratar tudo “no máximo” se você não precisa.
- Foque em coberturas que façam sentido para o seu dia a dia: colisão, roubo/furto, terceiros, vidros, assistência 24h.
- Eliminar extras que você nunca usaria pode reduzir o prêmio de forma relevante.
6.2. Avaliar a franquia com cuidado
- Franquia reduzida = você paga menos na hora do conserto, mas o seguro fica mais caro por ano.
- Franquia normal = prêmio anual menor, mas você paga mais se bater o carro.
- Se você dirige pouco, em região tranquila e quase nunca bate, pode valer uma franquia um pouco mais alta em troca de um seguro mais barato.
6.3. Aproveitar bônus e histórico de renovação
- Muitas seguradoras dão desconto de bônus para quem renova sem sinistros ao longo dos anos.
- O histórico de renovação reduz o percentual médio do seguro em relação ao valor do veículo.
6.4. Informar o uso correto do veículo
- Não vale a pena tentar “enganar” o sistema.
- Se você usa o carro como motorista de app e declara uso só particular, pode ter problema na hora de acionar o seguro.
- Declarar o uso real evita dor de cabeça e garante que a seguradora calcule o risco corretamente.
6.5. Comparar mais de uma seguradora
- Cada seguradora tem apetite diferente para cada perfil.
- Em muitos casos, a diferença entre a proposta mais cara e a mais barata para o mesmo perfil pode chegar facilmente a 30% ou mais.
- Por isso, vale a pena cotar com várias empresas através de uma corretora que tenha acesso a um bom leque de seguradoras.
7. Vale a pena fazer seguro auto para carro mais antigo?
Muita gente fica em dúvida se compensa fazer seguro para carro com 10, 12 ou 15 anos de uso.
Pontos para considerar:
- Carros mais antigos podem ter seguro mais caro em porcentagem do valor do veículo, justamente porque o prêmio não cai na mesma proporção da FIPE.
- Em alguns casos, pode ser mais interessante:
- Optar por um seguro com cobertura só de roubo/furto + terceiros;
- Ou buscar soluções como proteção veicular e produtos específicos para carros antigos (sempre avaliando bem a confiabilidade da empresa).
A decisão ideal depende:
- Do valor de mercado do carro;
- Da sua realidade financeira (se teria como bancar uma perda total);
- Do risco de roubo e da região onde você mora.
8. Perguntas frequentes sobre quanto custa o seguro auto
Quanto custa, em média, um seguro de carro no Brasil em 2026?
Levantamentos de mercado apontam seguros médios na faixa de 1.800 a 3.500 reais por ano para carros populares, em perfis de menor risco, podendo chegar a 5.000, 8.000 ou mais em SUVs e carros de maior valor.
Em porcentagem, isso geralmente representa entre 3% e 8% do valor do veículo na FIPE.
É verdade que seguro para motorista jovem é bem mais caro?
Sim. Estatísticas mostram que motoristas mais jovens se envolvem em mais acidentes, principalmente homens na faixa de 18 a 25 anos.
Por isso, seguradoras ajustam o preço para cima nesse grupo.
Seguro por mês é mais barato do que seguro anual?
Depende do produto. Alguns seguros mensais oferecem mais flexibilidade, com renovação automática e possibilidade de cancelar quando quiser, com valores na faixa de 70 a 600 reais por mês, de acordo com o perfil e o carro.
Mas é essencial comparar o custo total anual e o nível de cobertura antes de escolher.
Dá para reduzir o valor do seguro sem trocar de carro?
Sim. Algumas ações ajudam bastante:
- Rever coberturas que você não usa;
- Ajustar franquia;
- Aproveitar bônus de renovação;
- Melhorar hábitos de direção e evitar sinistros;
- Cotar em mais de uma seguradora com ajuda de corretor especializado.
9. Como saber exatamente quanto vai custar o seu seguro auto?
Como o seguro é totalmente personalizado, a forma mais rápida e segura de saber quanto você vai pagar é:
- Informar os dados do carro (modelo, ano, versão, placa ou FIPE).
- Informar seus dados de motorista (idade, CEP, uso do carro, tempo de CNH etc.).
- Deixar uma corretora especializada comparar o preço em várias seguradoras e te mostrar as melhores opções.
Na prática, em poucos minutos você já consegue:
- Ver quanto custa o seguro do seu carro hoje;
- Comparar coberturas, franquias e benefícios;
- Ajustar os detalhes para pagar o mínimo possível sem ficar desprotegido.
E o melhor, você pode fazer tudo isso de maneira 100% online.
Conclusão: quanto custa, de verdade, o seguro auto em 2026?
Em resumo:
- O seguro auto em 2026 costuma ficar entre 3% e 8% do valor do carro, podendo ser um pouco abaixo ou acima dependendo do perfil.
- Carros populares, em perfis de baixo risco, tendem a ficar na faixa de 1.800 a 3.500 reais por ano, enquanto SUVs, picapes e veículos de luxo podem passar facilmente dos 5.000 ou 10.000 reais anuais.
- O que define, de verdade, o preço é a combinação: carro + motorista + cidade + uso + coberturas + franquia.
Se a ideia é proteger o carro e não gastar dinheiro à toa, o passo mais inteligente é sempre o mesmo: fazer uma cotação personalizada, comparar opções e ajustar o seguro ao seu perfil e ao seu bolso. Por isso, não perca tempo e chame nosso time de especialistas pelo Whatsapp ou preencha os dados abaixo:
